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Guardiões do Futuro

 

Conheça a missão radical de Luigi Cani e saiba como transformamos a paixão pela natureza em ação real de proteção e impacto.

Para a Fundação Grupo Boticário, há 35 anos essa é a nossa missão diária.

E a gente faz isso junto com o maior fã-clube da natureza. Uma torcida gigante que une cientistas apaixonados, nossa comunidade de seguidores, ONGs e instituições parceiras e até quem é movido pela adrenalina dos esportes radicais — como o nosso guardião Luigi Cani

E como tanta gente cuida da natureza? Fazendo o que mais gosta!

Acreditamos que você não precisa escolher entre suas paixões. Dá para ser gamer, amar esportes radicais e, ao mesmo tempo, agir pela natureza.

Foi assim que nasceu o Guardiões do Futuro, uma experiência inédita no Fortnite onde os jogadores viram heróis para salvar florestas, combater incêndios e proteger a fauna brasileira.

Mas o jogo é só o começo. A verdadeira magia acontece quando você desliga a tela: cada missão cumprida no mundo virtual ajuda a Fundação Grupo Boticário a realizar ações de impacto e conservação no Brasil.

O Luigi Cani já aceitou esse desafio e levou a mensagem a 13 mil pés de altura. E você, vai encarar?

Do mundo dos games para os céus da Baía de Guanabara: conheça a nossa ação histórica em parceria com o atleta Luigi Cani e o Movimento Viva Água.

Planejada lado a lado com cientistas e parceiros de várias frentes, essa jornada contou com o apoio logístico da Força Aérea Brasileira (FAB) para realizar uma das maiores e mais ousadas missões ambientais do país: reflorestar a Mata Atlântica a partir dos céus.

E a escolha do local não foi por acaso. A região hidrográfica da Baía de Guanabara é formada por 17 municípios do Rio de Janeiro — uma das regiões mais urbanizadas do Brasil. Mesmo com toda a pressão das cidades, a natureza ali resiste e protege nascentes que enviam, todos os dias, água pura e de excelente qualidade para a Baía, mantendo o ecossistema vivo. Cuidar e recuperar essas florestas é a nossa garantia de que nunca vai faltar água limpa para as próximas gerações, além de ajudar a proteger as cidades dos efeitos das mudanças climáticas.

Etapa 01

Mão na terra:
a força da “muvuca”

Utilizando o conhecimento de um viveiro de mudas nativas da Mata Atlântica, foi feita a “muvuca”, isto é, o plantio direto e manual na Baía de Guanabara em parceria com o Movimento Viva Água. A ação foi realizada para promover  o reflorestamento da região mais urbanizada do Rio de Janeiro, onde áreas com vegetação nativa conservada contribuem para a proteção de nascentes e mananciais, apresentando redução de apenas 6% e 11% na vazão dos rios nos períodos de seca quando comparados com áreas menos conservadas, onde a diminuição pode chegar a 52%. 

Etapa 02

Reflorestamento pelo alto:
uma inspiração ancestral

Após o trabalho em solo, a missão ganhou os céus. Realizamos semeaduras aéreas em baixa altitude utilizando helicópteros, uma estratégia inovadora inspirada na própria natureza, que usa o vento e a fauna como dispersores de sementes.
Essa tecnologia permitiu à Fundação Grupo Boticário alcançar encostas íngremes e terrenos de difícil acesso na Mata Atlântica, onde o plantio manual seria inviável.

Etapa 03

O GRANDE SALTO: RESTAURAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA A 13 MIL PÉS

A etapa mais audaciosa da operação. A bordo do lendário KC-390 Millennium, a maior aeronave militar da Força Aérea Brasileira (FAB), Luigi Cani saltou de uma altitude de 13 mil pés junto a uma caixa especial contendo uma tonelada de sementes da Mata Atlântica. Uma ação de restauração florestal em escala inédita, projetada para cobrir áreas degradadas na bacia da Baía de Guanabara e acelerar a regeneração natural do bioma.

Etapa 04

Legado e Monitoramento: 3 Anos de Cuidado

O salto foi apenas o começo. Para garantir o sucesso e a resiliência do reflorestamento, a área recuperada passará por manutenção e monitoramento contínuo pelo período de 3 anos.
Essa nova floresta atua como um escudo verde: protege as nascentes e ajuda a purificar as águas da Bacia da Baía de Guanabara, beneficiando diretamente a população dos seus 17 municípios.
Pelo chão, pelo ar ou pelo mar: nossa missão é promover e impulsionar a conservação da natureza.

MISSÃO
PROTEÇÃO COSTEIRA

Como a força dos games ajudou a proteger as nossas praias e o menor tamanduá do mundo.

Você sabia que 60% dos brasileiros não sabem o que é a restinga e 80% nunca pisaram em uma?

Apesar de ser pouco conhecida, essa vegetação de areia é a grande heroína do nosso litoral: é ela que segura a areia, protege as praias contra a erosão e serve de lar para o Tamanduaí, o menor (e mais fofo!) tamanduá do mundo.

Para mudar essa realidade, transformamos o engajamento virtual do Fortnite em árvores nativas plantadas no entorno do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.

Em uma missão liderada pela nossa guardiã, a bióloga Flávia Miranda (do Instituto Tamanduá), iniciamos a restauração de 30 hectares de restinga.

A jornada dessas plantinhas é uma verdadeira corrente do bem: as mudas são produzidas no Piauí por uma comunidade de mulheres locais — gerando renda e autonomia para suas famílias — e depois viajam até o Maranhão, onde são plantadas para criar um corredor verde e seguro para os animais da região.

Missão
Combate ao Fogo

Se no mundo virtual apagar o fogo exige dedos rápidos no controle, no Cerrado a missão exige estrutura, ciência e muita coragem.

Em outubro de 2025, o engajamento virtual do Guardiões do Futuro virou ação real. Enviamos apoio direto para equipar e fortalecer a BRIVAC (Brigada Voluntária de Cavalcante), que combate incêndios na Chapada dos Veadeiros (GO).

Guardiões de verdade: a brigada é formada por moradores locais — professores, guias, comerciantes e estudantes que doam seu tempo como voluntários para defender nossa biodiversidade

Equipamento e segurança: para garantir um combate eficiente e seguro, doamos recursos para a aquisição de sopradores, abafadores e equipamentos de proteção individual (EPIs) de última geração.

Quer conhecer a história desses defensores de perto?

YouTube player

Por trás de cada grande missão no Fortnite, existe gente de verdade atuando na linha de frente para construir soluções reais para o planeta. Nosso time de guardiões reúne ciência, tecnologia e comunicação em prol da conservação.

Paraquedista,
empreendedor
e referência mundial.

Fez história na Força Aérea Brasileira ao se tornar a primeira mulher a comandar o KC-390.

Instituto Tamanduaí, missão restinga.   

Sinal do Vale missão floresta.

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O que é a iniciativa "Guardiões do Futuro"?

O Guardiões do Futuro é um projeto socioambiental inovador idealizado pela Fundação Grupo Boticário. Ele conecta a conscientização da Geração Z no metaverso (através do jogo Fortnite) a ações de restauração ecológica reais e mensuráveis no solo brasileiro (conceito Phygital). A iniciativa abrange a recuperação de restingas no Maranhão, brigadas contra incêndios no Cerrado e uma grande operação de semeadura florestal na Mata Atlântica.

O que foi a "Missão Floresta" realizada com o paraquedista Luigi Cani?

Foi a vertente mais audaciosa e visível do projeto no mundo real. Consistiu no Lançamento de 1 tonelada de sementes e substrato (cerca de 3 milhões de sementes de 19 espécies nativas) sobre encostas e áreas degradadas de Mata Atlântica no Rio de Janeiro. A operação envolveu um salto de paraquedas extremo a 13.000 pés de altitude (~4.000 metros) a partir do cargueiro militar KC-390 da Força Aérea Brasileira (FAB), com o acionamento manual da abertura da caixa feito em plena queda livre por Luigi Cani.

Quem é Luigi Cani?

Luigi Cani é um dos paraquedistas e atletas de esportes radicais mais reconhecidos do mundo.

  • Carreira e recordes: acumula mais de 13.000 saltos, quebra de múltiplos recordes mundiais e é especialista em pilotagem de velames de alta performance e projetos de engenharia aérea complexos.
  • Projeção na mídia: ficou amplamente conhecido do grande público por seus quadros e reportagens espetaculares na TV aberta (como no Domingão e Fantástico, na TV Globo), onde realizava feitos aeronáuticos inéditos.
  • Atuação corporativa: além de atleta, Cani é palestrante internacional, abordando temas como gestão de risco extremo, inovação, planejamento milimétrico, segurança operacional e superação de limites.
Por que a Fundação convidou Luigi Cani para ser o "Guardião do Futuro" no mundo real?

A escolha uniu excelência técnica e propósito. Cani não é apenas um atleta extremo; ele já foi pioneiro no uso do paraquedismo para missões de semeadura ambiental. Ele foi escolhido porque possui a expertise física e aeronáutica necessária para executar uma manobra de altíssimo risco, além de personificar a coragem e a capacidade de transformar um feito espetacular em uma mensagem de engajamento em prol da conservação da natureza.

Como foi o processo de estruturação do projeto "Missão Floresta"?

A “Missão Floresta” exigiu meses de planejamento meticuloso e o trabalho de uma equipe multidisciplinar especializada:

  • Engenharia e design industrial: criação e testes da estrutura da caixa de 147 kg pelo projetista Gilson Figueiredo.
  • Conservação, gestão técnica, botânica e biologia: seleção, testagem de germinação, coleta de matrizes e preparo da “muvuca” conduzidos pela bióloga Mari Chiba (Sinal do Vale), Thiago Valente (Fundação Grupo Boticário) e Thais Corral (Sinal do Vale) .. temos outros nomes para incluir.
  • Aviação e logística militar: planejamento de voo e balística de lançamento sob o comando da Tenente-Coronel Joyce, da Força Aérea Brasileira – Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT) 
Por que a Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara (RJ) foi escolhida para a ação?

A bacia engloba 17 municípios no Estado do Rio de Janeiro e está situada na zona mais urbanizada do Brasil, inserida no bioma Mata Atlântica — onde vivem cerca de 70% da população brasileira. É uma região que sofreu desmatamento histórico intenso, deixando encostas desprotegidas e suscetíveis a graves acidentes climáticos, como deslizamentos de terra.

Como o jogo "Guardiões do Futuro" funciona no Fortnite?

O mapa (código da ilha: 4172-0541-6404) transporta o jogador para um mundo que amanheceu cinza e devastado por eventos climáticos extremos. Em equipes de até 8 pessoas, os jogadores devem cooperar para cumprir missões e restaurar 7 territórios afetados.

  • Engajamento: O game somou mais de 4.383 horas jogadas e 1,3 milhão de ações virtuais de resgate à natureza.
Como o game aborda a adaptação às mudanças climáticas por meio de Soluções Baseadas na Natureza (SbN)?

Em vez de construir obras cinzas (como diques ou muros de concreto), as missões do jogo ensinam que a melhor resposta aos eventos climáticos está na própria natureza:

  • Plantio submarino de corais: mecânica em que o personagem nada para restaurar recifes e proteger a costa de tempestades.
  • Renaturalização de rios e encostas: Desafios de reflorestamento com vegetação nativa para conter enchentes, deslizamentos e erosão do solo.
  • Restauração de Restingas: Proteção das zonas costeiras contra a elevação do nível do mar.
Quais foram as 3 missões reais já realizadas que se conectaram diretamente ao jogo (Phygital)?

O tempo, o esforço e as conquistas dos jogadores dentro da ilha do Fortnite ganharam utilidade tangível no mundo real. A Fundação Grupo Boticário transformou essa mobilização em três missões socioambientais diretas de campo em 3 biomas brasileiros:

  1. Missão 1 – Combate ao Fogo no Cerrado (Chapada dos Veadeiros / Cavalcante – GO):
    • Conexão no Game: Território atingido por grandes incêndios florestais.
    • Ação Real Executada: Apoio direto à BRIVAC (Brigada Voluntária Ambiental de Cavalcante) com o fornecimento e doação de equipamentos essenciais para prevenção e combate a incêndios.
      Doação em setembro/2025.

  2. Missão 2 – Resiliência na Costa Maranhense (Lençóis Maranhenses e Delta do Parnaíba – MA):
    • Conexão no Game: Território afetado por inundações costeiras e erosão marinha.
    • Ação Real Executada: Parceria com a Associação Tamanduaí e a comunidade local para a recuperação ecológica de 30 hectares de restinga e a construção de 1 viveiro comunitário de mudas em Atins (MA).
      Início ação restauração em Dezembro de 2025.
  1. Missão 3 – Proteção das Florestas na Baía de Guanabara (Mata Atlântica – RJ):
    • Conexão no Game: Território devastado por deslizamentos de encostas e perda de biodiversidade.
    • Ação Real Executada: Operação de semeadura aterrissada e aérea (com helicóptero e cargueiro KC-390 da FAB com Luigi Cani), lançando 1 tonelada de sementes (3 milhões de sementes de 19 espécies nativas) e estabelecendo um plano de 3 anos de manutenção e monitoramento de solo.
Até quando será feito o monitoramento da área e por que esse período é fundamental?

A área passará por manutenção e monitoramento de campo por 3 anos (36 meses). Esse período é vital para:

  1. Eliminar capins invasores (como braquiárias) que sufocam brotos jovens.
  2. Realizar adensamentos e replantios caso haja falhas.
  3. Garantia Antigreenwashing: Prova que a ação não se resumiu ao espetáculo do salto, mas sim a um compromisso rigoroso de ver a semente se transformar em uma floresta adulta funcional.
Quem são os principais parceiros por trás do ecossistema Guardiões do Futuro?
  • Força Aérea Brasileira (FAB): Suporte logístico aéreo e pilotagem da aeronave KC-390 sob o comando da Ten. Cel. Joyce.
  • Sinal do Vale: Centro de restauração no RJ responsável pela coleta de sementes, viveiro e execução no solo. O Sinal do Vale faz parte da rede de impacto do movimento VIva Água.
  • Movimento Viva Água & Luigi Cani: Parceiros operacionais na Missão Floresta.
  • BRIVAC (Brigada Voluntária Ambiental de Cavalcante): Parceira operacional no combate a incêndios no Cerrado (GO).
  • Associação Tamanduaí e Comunidade de Atins: Parceiros na recuperação de restingas no Maranhão.
  • Agências e Estúdios: Pixel Hunters (Game Design / UEFN), OpusMúltipla (Conceito e Planejamento), Layer UP (Digital, Performance e Creators) e Tamer Comunicação (PR e Imprensa).
Por que a sensibilização da sociedade é vital e o que apontam as pesquisas da Fundação?

A conservação ambiental precisa ser abraçada pela sociedade para ter continuidade no longo prazo. Estudos e pesquisas conduzidos pela Fundação Grupo Boticário apontaram um dado revelador: 19% da população brasileira expressa o desejo ativo de fazer algo pela natureza, mas simplesmente não sabe por onde começar.

O projeto Guardiões do Futuro utilizou a gamificação e a linguagem dos eSports para ser a “porta de entrada” lúdica e prática para esse engajamento, provando que, quando oferecemos caminhos acessíveis, a sociedade se mobiliza para defender o planeta.

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